segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Seja muito bem vindo 2019

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  Comemoramos a virada para o próximo ano, porque precisamos desses novos ciclos de renovação. Mas convido vocês leitores a fazer esse exercício a  cada momento de cansaço. Façam de conta que ao invés de virar o mês, esteja virando o ano e queiram para cada mês, para cada dia, coisas maravilhosas, renovação, coragem, alegria, paz. 
  Que 2019 seja o ano de realizar, aqueles desejos rabiscados no caderninho de bolso, que seja o ano de construir mais sonhos, que seja um período de mais ação do que planos. Vamos construir tudo o que estava guardado no fundo da gaveta, vamos usar aquele potencial que sabemos que temos, que tenhamos mais atitude. Para vocês que ainda me leem, desejo tudo isso e mais, acreditem em vocês e tenham um maravilhoso 2019, uma maravilhosa vida e continuem a ler meus humildes textos, pois em breve escreverei um livro.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Adeus 2018

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  Este ano foi cheio de desafios pessoais, controversas mundiais, medos coletivos sobre governantes.
  Para a escritora que vos escreve, foi um ano de extremos conflitos emocionais, em que estava presa aos meus medos e incertezas. Sabia o que deveria ser feito, mas meu corpo simplesmente não estava em harmonia com minha cabeça. Meu refúgio nos livros não foi suficiente, pois estava completamente sem foco e concentração. Descobri que tudo se resumia a foco. 
  Queria muitas coisas ao mesmo tempo e não realizava coisa alguma.
  Agora descobri como direcionar minhas esperanças, sonhos, tenho um foco e vou realizar tudo o que quero, estou disposta e o mais importante, acredito em mim, sei que sou capaz de realizar qualquer coisa. O problema todo não é ter medo, mas sim deixar que ele nos paralise e faça com que não tenhamos fé em nós mesmos.
2018 me ensinou muitas coisas, obrigada e adeus.
  Que o próximo ano seja muito bem vindo.

Ele

  Em muitos aspectos ele é mais do que eu esperava, em outros ele é um pouco menos, porque a perfeição não existe e com ele descobri que prefiro a realidade ao invés dos romances que leio.
  Ele não me faz sentir necessária, mas faz eu sentir uma necessidade de mim mesma; diferente de mim, ele não gosta de escrever extensas cartas de amor, ele prefere dar carinho, a presença, o corpo.
  Gosta de me encorajar, não sendo autoritário, mas sim, dizendo que eu sou capaz de ser e fazer o que eu quiser, ele não tira nada de mim, apenas dá. Esperança, coragem e força. Nem tudo é sempre incrível, mas ao menos um pedaço de cada dia é e isso já é ótimo. Multiplicamos nossos sonhos, escrevemos novas linhas a nossa vida, juntos, a cada dia. Há dias que são verdadeiros desafios, mas ao fim de cada, deito ao lado dele e tudo se ajeita, me sinto em casa de novo.
  Crescemos juntos exponencialmente, assim como o amor cresce com a gente e um dia teremos algumas representações desse amor, correndo pela casa cheia de plantas que queremos ter.
   Com ele, os sonhos se tornam mais real a cada momento.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Conselhos de uma viciada em séries

Inspiração...porque consumimos tantos dramas em séries e livros?
-Porque temos a sensação de que aqueles dramas são bem maiores que nossos problemas, dando uma sensação de conforto, mas não resolução de fato, dos problemas. Quem tem a vida como as de series, nunca teria tempo para assistir series. E como já dizia Augustus Waters em "A culpa é das estrelas", "Alguns infinitos são maiores que outros", o que ao meu entendimento significa que não se pode mensurar, comparar nossas dores e problemas, eles são maiores e comparáveis de acordo com outros problemas que temos na nossa própria vida, não comparados com a vida de outros ou mesmo de personagens. Consumir dramas é muito bem vindo, para ajudar a entender as vezes nosso próprio comportamento e ajuda a lidar com sentimentos e interações, porém consumir muitos dramas e esperar que ele solucione ou diminua nossos problemas é um grande erro, as vezes o melhor mesmo é tomar um canecão de atitude e desligar a Netflix e resolver os dramas da vida real.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Why?


Imagem de art, planet, and drawing



Why it is much easier help others, judge others, love others?
Why it is much easier blame others for ours mistakes?
Why it is much easier not worry about itself?
Why is easier make the sames mistakes again?
Why it is harder letting ours flows behind us and move on...
why we give power to these flows in first place? 
Why is so fucking harder love ourselves, 
when we are selfish the most part of the time?
Why is so hard deal with the pain that we cause to ourselves,
the blame, guilt. A fight that we started and we can not finish.
Why the human race it is so complex and insanely hard to understand?

Lamúrias de uma morta-viva

Quando era mais jovem, costumava querer fazer tantas e tantas coisas e tinha muita energia e otimismo para realizar tudo. Com o tempo não assumia responsabilidades por erros que eu poderia vir  a cometer. Não queria me dedicar demais a algo que eu tinha medo de errar ou não conseguir. Cresci com medo, tive muitas situações que me levaram a isso, mas ao final do dia, quando reflito sobre, vejo apenas uma culpada.
Nós seres humanos gostamos de ter essa atenção, mesmo que nos chamem de culpado por algo, não queremos falhar, fracassar, mas assumimos o pré fracasso sem ao menos tentar arriscar a fracassar de verdade. É mais fácil perder tempo reforçando nossa culpa, do que seguir em frente, isso exige coragem e sabedoria de que precisamos mudar para não errar do mesmo jeito.
Cresci insegura e desacreditada, é quase como se eu tivesse cometido um suicídio, matando àquela adolescente feliz e otimista, muitas pessoas ajudaram a carregar a arma, mas fui eu quem puxou o gatilho.
É extremamente difícil como ser humano, ter amor próprio, pois com ele temos que julgar nossas atitudes, sem pesar demais, qualquer demasia pode causar grandes futuros danos na confiança.
Cresci insistindo em uma erro, o erro de não arriscar, erro de aceitar o caminho mais conveniente e quando este caminho começar a ficar ruim, mudo para o que deveria ter escolhido desde o princípio. E quando o caminho certo se torna cansativo? Eu volto para o mais "conveniente". Mas a vida não permite essas voltas, e é tão cansativo estar acomodada em um erro que custa anos de minha vida e danos catastróficos a minha personalidade.
O maior abandono que um pessoa pode ter, é o que ela faz quando abandona seus sonhos e planos que um dia teve certeza que conseguiria alcançar. A vida derruba à todos, mas essa fé que temos quando somos crianças, a de que podemos ser o que quisermos, a de que tudo vai ficar bem e dar certo, essa não podemos abandonar nunca.

domingo, 28 de outubro de 2018

Pra onde foram?

Pra onde foram os dias de sol de inverno...
os elogios a céu aberto?
Pra onde foram as palavras doces...
os abraços apertados depois de um choro desesperado?
Pra onde foram as prioridades de ficar juntos...
os planos que fazíamos apenas para o dia?
Pra onde foram os beijos intensos de primavera...
Os "eu te amo" a toda hora, com toda a certeza?
Pra onde foi o presente, o nosso presente?
Ficamos agora com planos lindos para o futuro...
planos nos quais não acredito mais...
não acredito, pois agora no presente,
sinto a solidão de estar contigo.
Mas todas essas lembranças que não são mais reais
junto ao amor forte que ainda sinto, me fazem ficar...
mas não me peça mais para acreditar.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Desculpe...

Imagem de art, girl, and grunge




Desculpe, eu prometi que não faria mais, prometi que cuidaria mais, que cuidaria mais de mim.
Desculpe, não machuco ninguém, não sou má com ninguém, apenas comigo.
Desculpe, eu sei, deveria ser mais forte, mais forte que todas as coisas que ouço, mais forte que meus sentimentos de desistir, mais forte.
Desculpe, desistir dos sonhos, não tentar, não correr, não ser.
Desculpe rasgar os planos e projetos, a esperança e a fé, tudo que construí.
Desculpe, não ter mantido minha essência adolescente de florescer, essência de acreditar e ir.
Desculpe, se agora sei apenas voltar, não sei mais seguir sem olhar para trás.
Desculpe se me tornei o que mais detestava, o que nunca quis ser.
Desculpa se deixei o medo ser mais que um aliado e se tornar parte de mim.
Desculpe, a insegurança adentrou minha alma e não faz mais questão de sair.
Desculpa...me tornei irreconhecível aos olhos dos outros e principalmente aos meus.
Desculpa, alma coração, tudo que me constituí, desculpa se quem eu mais quis amar e apenas fiz chorar, fui eu.

sábado, 15 de setembro de 2018

Confissões de uma morta-viva, memórias das primeiras vezes.

Imagem de bookshelf, house, and library

Sendo uma quase morta, restam apenas as recordações como companhia. Lembro de minhas primeiras vezes, foram em sua maioria com ele, meu grande e único amor. Nosso primeiro abraço, aquele gosto refrescante de uma nova paixão, uma sensação que todos sabem, ser maravilhosa. Nosso primeiro beijo, naquele instante soube, que não era mais apenas eu beijando alguém, eramos nós, juntos, construindo uma história. Muitos beijos seguiram aquele, beijos que há muito já me esqueci, mas aquele foi certamente memorável. Nossa primeira noite, eu estava tão nervosa, ninguém antes conversara comigo sobre esse momento, não tive como me preparar, respirar, mas não tinha medo algum, sabia que tudo com ele seria incrível, e foi...
Nossa primeira grande briga, pensei que tudo iria acabar, meu coração batia tão forte, minha cabeça não conseguia pensar em nada, tudo era dor, e as lágrimas escorriam, sem que nada pudesse fazer, mas assim como a tempestade veio, passou e a calmaria voltou.
Nossa primeira mudança, éramos tão jovens quando fomos morar sozinhos, já estávamos noivos e tudo era excitante, sentíamos que o mundo era nosso, foi quase como estar em um filme, exceto que na hora na mudança, tivemos muita ajuda, então não estávamos sozinhos.
Nossa primeira lua de mel, foi como renovar os votos que fizemos quando nos conhecemos, de nossas almas pertencerem uma a outra, nossos corpos se unirem, até encontrarmos transcendência, um lembrete de que ainda sentimos as mesmas coisas.
Nossa primeira filha, foi o momento mais inexplicavelmente lindo de nossas vidas, a vida que cresceu em meu ventre, estava ali, tão frágil e pequena, mas seu coração batia forte, com sede de vida e amor, nasceu com os olhos dele, grandes amendoados e gentis.
Quando recordo de todas essas lembranças, me sinto jovem novamente,com aquele medo genuíno de uma jovem adulta, com um coração cheio de sonhos e planos. Fico por aqui, enquanto a morte não vem me buscar, a contar minhas histórias, para quem tiver a paciência de ouvir ou ler.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Confissões de uma morta viva


   


   Como criou Flaubert em Madame Bovary, um dia quis viver o que lia em meus livros. Um dia quis fazer um grande drama, aqueles de jogar coisas, extravasar minha fúria, como um ser humano deveria, e aos poucos voltar a serenidade costumeira. Mas não fui assim, fui na maior parte das vezes, passiva, pacífica, mansa.
   Não extravasei, guardava tudo para meus melhores poemas. But, unfortunately...não saiam os melhores, pois apenas encorajava meus leitores a serem como eu.
   O ser humano é um equilíbrio entre animais selvagens, apenas com instintos e uma natureza racional sem empatia, claro que não podemos ser apenas um lado, isso causa graves consequências para alguém, porém, as vezes é muito valido abraçarmos nossos instintos, deixar nossa fúria, nosso amor, nossas lágrimas,se libertarem, isso faz parte de ser um ser humano, ao contrário, seríamos uma bomba pronta para explodir a qualquer momento. 
   E assim fui eu, até conhecer minha velha amiga, a que todos mistificam como sendo a personagem de capuz negro e então começou minha jornada, atrás de qualquer resquício de vida e felicidade. Em qualquer gargalhada, comemoração, viajem, eu estava lá. Carpe Diem, me disseram uma vez e eu não entendia seu completo sentido, até que aproveitei o dia,o momento, colhi os botões de flores.
   Meu corpo pode não ser aquele esbelto e enérgico como antigamente, mas carrego uma alma jovem, cheia de sonhos realizados, memórias vívidas,sem arrependimentos e pronta para fazer tudo novamente, mesmo que em outra vida, pois os dedos que agora digitam já estão tremulous e os olhos já não capturam bem a cor da tela. E além de tudo, minha velha amiga me espera, para que eu possa acolhe-la e acompanha-la de bom grado.

domingo, 27 de maio de 2018

A velha infância

 Imagem de beautiful life, black and white, and child 

    Andando pelas antigas ruas de minha infância, a cado passo deixo para trás uma recordação, de uma vida mais inocente. Aqueles ipês coloridos que marcavam a chegada de uma estação, suas flores nos faziam escorregar enquanto corríamos uns atras dos outros. E aquela pequena casa amarela, que era habitada por um senhor muito ranzinza, suas veias saltavam de seu pescoço quando via que estávamos ao pé de seu portão para roubar lhe as uvas de sua parreira de ouro.E as campainhas que tocávamos para pedir doces, em qualquer data, mesmo não sendo o dia das bruxas.
   Quando nos escondíamos na biblioteca para ler todos os livros que nos proibiam de ler, enquanto todos assistiam a aula de algebra do Sr. Duarte, que já havia desistido de todo seu potencial como professor e gostava de nos fazer sofrer com seus intermináveis exercícios de castigo.
   Ganhávamos sempre uma fatia de bolo de chocolate daquela pequena e gentil senhora, aquela da qual nunca perguntamos seu nome e esta nunca fez questão de nos dizer, contávamos algumas de nossas traquinagens e como em retribuição por tirar lhe punhados de gargalhadas, dava-nos seu melhor doce.
   Tardes de inverno, com aquele sol gostoso que tornava-se escaldante de tanto que suávamos enquanto brincávamos de esconde-esconde entrando noite adentro, com nossas mães gritando para que entrássemos e nós implorávamos para ficar mais cinco minutos, que poderiam ser decisivos para o vencedor da brincadeira.
   Aqueles intermináveis "projetos" com toda  a sucata que poderíamos juntar de nossas casas e utensílios, que mais tarde nossas mães descobriam que haviam sumido.
Agradeço a nossa velha infância, com muita energia, amigos e memórias.

domingo, 29 de abril de 2018

Epitáfio

Passei por esse mundo e vi que a vida é um suspiro, então aproveite a briza para "colher" os melhores aromas.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

To do list

Think in myself, before think in other people, just for change.
Love myself.
Put me on the top.
Drink wine, listening my favorite songs.
Make my soul smile.
Recognize how smart and beautiful I am.
Make a list about my qualities,
and read when I forget.
Always try to be positive.
Take myself to the stars, when I feel sad.
Always remember who am I.
Remember that I can be anything that I want to be.
Always be myself.



quarta-feira, 25 de abril de 2018

Pra você


Imagem de yellow, window, and aesthetic  


   Há cinco anos atrás, acordei sem saber o que me esperava, mas com uma sensação gostosa, de que algo mudaria minha vida para sempre. E tudo mudou. Você chegou. Nestes anos, me tornei uma mulher, restam ainda alguns traços daquela menina, porque o amor faz permanecer a criança que o encontrou.
  Quando eramos paixão, ao invés de sermos amor, tudo era imediato. As borboletas estavam constantemente batendo asas no estomago, corações super acelerados e em pensamento riamos sozinhos, lembrando um do outro, os beijos eram intensos, pois não havia tempo a perder, não tínhamos tempo e ao mesmo tempo ainda tínhamos todo, um complexo de "Tempo perdido". 
   O amor chegou, então, forte e avassalador, mas de alguma forma aquietou tudo, ficou tudo sereno.  
 Quando penso no nosso amor, penso no sol entrando pela janela em um dia de inverno, respiro aquele ar e me sinto incrivelmente viva. Te amar me faz sentir o mesmo. Tantos anos trouxeram brigas e desentendimentos, é claro, alguns que reaparecem com o tempo, menores do que antes. Em alguns momentos penso em desistir, mas ai entra um raio de sol pela janela e lembro que o amor é maior e que podemos resolver tudo, porque ele traz paciência. Com todos os erros brigas, conversas, acertos, conquistas e pequenas grandes felicidades, eu sou tua.

sábado, 14 de abril de 2018

Ser (...) Humano


Imagem de art, heart, and candy


Ser...humano, o que me torna humano?
O que me torna mais "evoluído"?
O medo, a dor, as características cognitivas?
O que me torna humano?
A empatia, compaixão, o ódio
a força e a fraqueza?
O que me torna humano?
A racionalidade ou o impulso irracional que trava guerras?
O que move a vida humana?
O dinheiro ou o amor, que precisamos desesperadamente?

sexta-feira, 13 de abril de 2018

O (Des) florescer

   Imagem de fish, art, and orange

   Em uma cidade repleta do que todas as cidades possuem, nasceu uma linda criança,  com toda a doçura e pureza que um ser humano desprovido de vivência pode ter. A medida em que a criança crescia, mais avida pelo mundo ela ficava, tudo queria tocar, conhecer, descobrir. Cada brincadeira uma aventura, em cada descoberta um tesouro. Esta criança estava sempre cheia de alegria, seus pais viviam encantados por ela, e outras pessoas se perguntavam como uma criança poderia ser tão feliz assim. 
   Depois de alguns anos, esta criança começou a questionar, tudo que um dia quis apenas conhecer e tocar. Não entendia porque nem todos do mundo tinham as mesmas coisas, se todos afinal de contas, eram iguais. Formulava dezenas de teorias para salvar o planeta, lia livros de todos os tipos, afim de encontrar todas as respostas que lhe tiravam o sono, respostas que pudessem corroborar com suas teorias. Escrevia histórias, não de um mundo perfeito, mas ao menos justo e feliz. Construía sonhos magníficos, sonhos tão grandes, para um mundo que parecia pequenino demais. Queria com todas as suas forças realiza-los um dia, quando tivesse o poder para tal.
   Os anos se passaram, e tudo que antes fora urgente, ficou para traz, dando lugar a problemas rotineiros, preocupações e transtornos de ansiedade. A criança sonhadora, o adolescente questionador, deram lugar a um adulto conformado e cansado.
   Mas,  em suas noites solitárias, ele agarrava seus rabiscos de outrora, e os lia, com a janela aberta e a luz das estrelas, junto com a luz fosca de seu quarto, brilhavam em conjunto sob as páginas já envelhecidas. Dando lhe a sensação de que um dia já foi tudo, de que já foi tanto, e pego por seu velho espírito questionador, se pergunta, porque já não o é mais?

sexta-feira, 30 de março de 2018

Galapagos

Imagem de turtle, animal, and sea

   Once upon a time, a little turtle, the smallest in the whole ocean. Her name was Galapagos, and she does not have many habilites to swim even being the only way she can move her body. All the other marine animals were always pushing her away  from them. She was different, physically different, but she possess so much talent and carried a lot of paciente and love in her heart. Galapagos, was very mature, she dos not felt sad about the way she was treated, she just felt sorry for them to feel it.   Galapagos living for the community, for the others little turtles. No one noticed how good she was with everyone around, they just criticized her for does nor swim as everyone else or for be the smallest turtle in the whole ocean.
   One day Galapagos was training her swimming alone when some fishing nets get her. They took her and carry her in a little box full of water, and suddenly she was in a giant box full of  little and big turtles every where, surrounded by fishes, bubbles, marine animals of all tipes that in the ocean she never saw.
   Meanwhile, in the ocean, all the animals that used to push Galapagos away, were missing her, asking where she was, and wondering if the missing of Galapagos was not their fault. So they started to looking for her, but they never found Galapagos, the little turtle. 

sábado, 3 de fevereiro de 2018

You can put all blame on me


Imagem de Susanna

Não tenho sido fiel a meus ideais ou a mim. A mulher que costumava ser e que gostaria de me tornar esta presa em algum lugar da minha mente, gritando, querendo ser livre, assistindo tudo sem poder fazer nada. As vezes ela apenas sussurra, sem forças. Consigo sentir sua dor, quero liberta-la e me tornar ela novamente, mas não consigo.
Em alguns momentos, ela olha feliz para a quantidade enorme de livros a serem lidos e estudados e sorri contente, na esperança de ser livre através deles. Eu tento lê-los, mas minha mente viaja para longe.
Penso em meus ideais de independência aos quais sempre me orgulhei, onde estão?
Onde estão as atitudes que fazem jus a eles?
Não prezava apenas por independência financeira ou pessoal, mas aquela independência dos comportamentos e normas a serem seguidas pela sociedade por eu ser uma mulher, mas agora parece que me tornei a pessoa que todos queriam que fosse, menos eu.
Essa independência deve estar presa também.
 Me desculpa, desculpa não estar sendo o que sempre quisemos, desculpa estar perdendo nossa doçura e força aos poucos, desculpa por não ser a mulher que sempre fomos. Desculpa por te decepcionar. 

sábado, 27 de janeiro de 2018

Costumava escrever

Costumava escrever sobre memórias que não me pertenciam,
aventuras as quais não havia vivido.
Uma personagem que eu não era.
Costumava escrever aventuras de um amor que não era meu,
um passado com feridas que não me machucaram, com aprendizados que eu desconhecia.
Costumava escrever sobre um mundo no qual eu não fazia pate, um mundo em que tudo de bom havia.
Costumava escrever sobre milhões de razões para se amar e ser feliz, conselhos esses que nunca segui.
Costumava escrever poemas, invenções de uma criatividade que eu não tinha.
Costumava escrever desejos de pessoas que não conhecia, desejos que pertenciam ao mundo inteiro, menos a mim .
Costumava ser, costumava escrever, o que não era, o que jamais seria.

sábado, 20 de janeiro de 2018

  aesthetic 


  Olho dentro de mim, fui desafiada a extrair o melhor e pior, para transformar em palavras, aquelas que deixo descansar na minha garganta, aquelas que descem depois, ao peito e ficam presas lá, em uma jaula especial e não fazem nada além de doer e sufocar. Neste desafio, devo aprender a amar meu eu, aprender a preencher os espaços vazios com poesia. Aprender a transformar a tristeza e insegurança em força e autoconfiança.
   Nessa jornada de amor próprio e limpeza de espírito, o ideal é viajar. E viajei, não para dentro, deixei meu corpo conhecer imensidões inimagináveis. Imensidões que já moravam pertinho e já haviam, certas vezes, me convidado a visita-las. O que aprendi? Que quando o corpo está vazio e solitário e acha que deve mudar emprego, ganhar mais, trocar faculdade...o que precisa mesmo é respirar um ar puro, aquele perto do mar, das rochas, aquele nas beiradas de morros. O corpo precisa sentar na grama, na areia, molhar os pés na água salgada do mar ou da lagoa. O corpo precisa se apegar a natureza, sim, essa que está em tudo, sempre ali, a observar, esperar. Nós, seres humanos, eternos aprendizes, esquecemos que a solução não está no que queremos, mas sim, no que precisamos. Devemos deixar nossos instintos mais primitivos nos guiar de volta a natureza, aos poucos, introduzindo-a de volta ao dia-a-dia.
   Comecemos deixando o sol entrar nas janelas, iluminar cada canto da casa, aquecer cada poro do  corpo, sentir-se vivo, para variar.

Sinto muito

Me sinto tão confusa que quase não consigo escrever certamente não consigo por em palavras, mas continuo tentando. Eu te amo, e se te peço d...