
Todo ano é um ciclo que começa e encerra, para que se possa renovar energias, renovar o eu interior. 2017 foi um ano de muitas dificuldades para o mundo. Muitas guerras ainda são travadas, muitas mulheres ainda não são respeitadas, muitas pessoas não podem ser quem são, por medo de intolerância. Ao mesmo tempo foi um ano em que a sociedade cresceu como um núcleo pensador, lutador, inovador. São os extremos em um mundo onde tudo é visto, esse é o estopim para guerras.
Em 2018, o ser humano deve continuar lutando pelos seus direitos, a esperança nunca será tomada. Deve se olhar para o interior, com amor, para ter amor ao próximo. Deve se ter senso crítico com o eu e não só com os outros, ninguém está apto a julgar.
Para os meus leitores e para o mundo, desejo um 2018 repleto de amor e esperança, porque sem esses dois sentimentos, o ser humano não alcança sonho algum.

