O problema é que sempre fui muito dependente de pessoas, os motivos de meus poemas não eram só minhas alegrias ou angústias, eram também as pessoas, afinal, elas causavam as alegrias e angústias.E em meus sonhos de garota, que confesso ainda sou, sonhava em fugir com um amor ao meu lado. Fugi mesmo assim, deixei uma carta a meu amor, essa aventura deveria seguir sozinha, ou quase isso, levaria é claro as estrelas que descolei do céu.Foi um longo caminho, até que encontrei uma ilha onde só havia água, areia e árvores. O céu era totalmente azul sem sinal de nuvens ou estrelas que dirá lua.Nos primeiros três dias foi uma total auto descoberta, eu em contato com a natureza, não havia lugar melhor para uma terapia intensiva.Mas depois, depois fui sentindo saudades, primeiro do meu amor....deuses ! Como doía essa saudade, era massacrante, rasgava meu peito e depois ia rasgando cada órgão vital e não vital que um ser humano possui.Pessoas sempre afetam positivamente ou negativamente outras pessoas.Falo como se não fosse uma, é porque não me considero.Me considero areia, mar, coração, céu, coração de novo, e muitas linhas em branco esperando uma análise poética bem detalhada. A partir do quarto dia comecei a sentir saudade das pessoas, não apenas do meu amor, ai vi o que sou...uma pessoa com medo de pessoas, que descolou do céu muitas estrelas e levou as consigo. As estrelas decidi devolver ao céu, esse céu vazio da ilha estava pronto para recebe las, fiquei contente ao perceber o que fui fazer ali. Colei as então, uma por uma,depois afastei me e contemplei, um lindo presente a ilha que me acolheu. Quando estava indo embora as estrelas despencaram do céu...cena jamais vista por um ser humano antes,tenho certeza. Pedi as para voltar, elas sabiam que pertenciam aquele céu e obedeceram. E eu, voltei para as pessoas.
Palavras são, na minha não tão humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de ferir e de curar. J.K. Rowling
domingo, 21 de julho de 2013
Quando as estrelas caem do céu
Descolei do céu todas as estrelas que pude, as que consegui alcançar.Naquele dia sentei e contemplei a chuva e cada detalhe que nela continha.O som...o mais bonito, água caindo do céu, devia ser considerado algo divino.Queria poder guardar esse som, mas ficaria artificial.Sou muito apegada as estrelas e tenho aprendido a enxergar o mundo com olhos coloridos e não castanhos, da cor que realmente são.As estrelas que me fazem ser assim a lua também e a chuva, as árvores, o céu de dia e o amor.Mas em certas vezes as pessoas são cruéis e por mais que eu possa filtrar suas palavras alguns resquícios de negatividade acabam ficando, e por mais que meu coração diga que estão erradas minha mente insiste em guardar esses resquícios querendo os transformar em rancor.Briga eterna essa entre mente e coração. Por tais motivos decidi me afastar das pessoas. Sim eu amo pessoas e acho que elas que fazem o mundo e que são grande parte da beleza dele e da ruína também.Mas pessoas machucam pessoas, me afastei, achei por um momento que o problema poderia ser meu, mas jamais acabaria com minha vida. E achei a solução na fuga.
O problema é que sempre fui muito dependente de pessoas, os motivos de meus poemas não eram só minhas alegrias ou angústias, eram também as pessoas, afinal, elas causavam as alegrias e angústias.E em meus sonhos de garota, que confesso ainda sou, sonhava em fugir com um amor ao meu lado. Fugi mesmo assim, deixei uma carta a meu amor, essa aventura deveria seguir sozinha, ou quase isso, levaria é claro as estrelas que descolei do céu.Foi um longo caminho, até que encontrei uma ilha onde só havia água, areia e árvores. O céu era totalmente azul sem sinal de nuvens ou estrelas que dirá lua.Nos primeiros três dias foi uma total auto descoberta, eu em contato com a natureza, não havia lugar melhor para uma terapia intensiva.Mas depois, depois fui sentindo saudades, primeiro do meu amor....deuses ! Como doía essa saudade, era massacrante, rasgava meu peito e depois ia rasgando cada órgão vital e não vital que um ser humano possui.Pessoas sempre afetam positivamente ou negativamente outras pessoas.Falo como se não fosse uma, é porque não me considero.Me considero areia, mar, coração, céu, coração de novo, e muitas linhas em branco esperando uma análise poética bem detalhada. A partir do quarto dia comecei a sentir saudade das pessoas, não apenas do meu amor, ai vi o que sou...uma pessoa com medo de pessoas, que descolou do céu muitas estrelas e levou as consigo. As estrelas decidi devolver ao céu, esse céu vazio da ilha estava pronto para recebe las, fiquei contente ao perceber o que fui fazer ali. Colei as então, uma por uma,depois afastei me e contemplei, um lindo presente a ilha que me acolheu. Quando estava indo embora as estrelas despencaram do céu...cena jamais vista por um ser humano antes,tenho certeza. Pedi as para voltar, elas sabiam que pertenciam aquele céu e obedeceram. E eu, voltei para as pessoas.
O problema é que sempre fui muito dependente de pessoas, os motivos de meus poemas não eram só minhas alegrias ou angústias, eram também as pessoas, afinal, elas causavam as alegrias e angústias.E em meus sonhos de garota, que confesso ainda sou, sonhava em fugir com um amor ao meu lado. Fugi mesmo assim, deixei uma carta a meu amor, essa aventura deveria seguir sozinha, ou quase isso, levaria é claro as estrelas que descolei do céu.Foi um longo caminho, até que encontrei uma ilha onde só havia água, areia e árvores. O céu era totalmente azul sem sinal de nuvens ou estrelas que dirá lua.Nos primeiros três dias foi uma total auto descoberta, eu em contato com a natureza, não havia lugar melhor para uma terapia intensiva.Mas depois, depois fui sentindo saudades, primeiro do meu amor....deuses ! Como doía essa saudade, era massacrante, rasgava meu peito e depois ia rasgando cada órgão vital e não vital que um ser humano possui.Pessoas sempre afetam positivamente ou negativamente outras pessoas.Falo como se não fosse uma, é porque não me considero.Me considero areia, mar, coração, céu, coração de novo, e muitas linhas em branco esperando uma análise poética bem detalhada. A partir do quarto dia comecei a sentir saudade das pessoas, não apenas do meu amor, ai vi o que sou...uma pessoa com medo de pessoas, que descolou do céu muitas estrelas e levou as consigo. As estrelas decidi devolver ao céu, esse céu vazio da ilha estava pronto para recebe las, fiquei contente ao perceber o que fui fazer ali. Colei as então, uma por uma,depois afastei me e contemplei, um lindo presente a ilha que me acolheu. Quando estava indo embora as estrelas despencaram do céu...cena jamais vista por um ser humano antes,tenho certeza. Pedi as para voltar, elas sabiam que pertenciam aquele céu e obedeceram. E eu, voltei para as pessoas.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Cidade descolorida
Era uma cidade tão linda, concretos pretos, céu branco,as cores se intercalavam.Era tudo lindo de se ver, mas tão triste.O sol nascia todos os dias com cor de lua. A lua nascia escura. E era tudo assim, os moradores dessa cidade haviam se acostumado com tudo isso, com a falta de cores. Ninguém sangrava, mas também não sorria, lágrimas escuras escorriam pelos muros pretos, nada se distinguia, tristeza ou alegria, tudo se parecia.A música não fazia nenhum efeito nas cores,os beijos que as pessoas trocavam eram sem amor.E a cidade vivia no preto e branco,se misturasse dava um cinza, que provavelmente deixaria tudo mais triste. Ninguém conhecia as cores...aquelas cores, o vermelho vivo de sangue, de coração, de amor, de vida.O azul de céu, de mar, de olhos.O verde de folhas, de flores e olhos.O castanho da árvore,de madeira,de olhos e cabelos.O amarelo de sol,de luz e cabelos. Não sabiam que todas as cores podem fazer as penas de um passarinho,não conheciam as cores,pobres dos moradores. Seus passarinhos eram pretos ou brancos.Pra quem conhece as cores como nós pareceria impossível viver em um mundo assim, mas foi muito simples para os moradores enxergarem apenas o preto e branco que a cidade exibia, sem questionar, sem querer mudar, porque eles enxergavam apenas o que tinham ali em volta e mais nada. Porque isso era mais simples, eles aprenderam a encontrar beleza na tristeza, mundo sem cor é triste.
Não sentiam muita dor e nem muito amor.Mas tinham uma vontade de arder, de doer, de viver.
Uma moça estava passeando de carro, pensando em seu namorado e nos sentimentos que estavam a crescer, queria correr, ser amor, fazer amor.Passou batom esperando um resultado diferente,sua boca estava branca como sempre.Se distraiu,atropelou um garotinho, saiu do carro correndo, o garoto estava sangrando uma multidão se juntou para ver, era sangue vermelho, sangue de vida se esvaindo ou de vida pulsando. O batom da moça ficou vermelho, o cabelo castanho, os olhos do garoto atropelado eram azuis,com sua vida deu vida a cidade descolorida.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Anjo
Um anjo de asas quebradas veio me salvar.Tão belo anjo,fez eu me apaixonar.Me leva aos céus todos os dias,canta para mim,me mostra constelações,me faz tão feliz,mesmo que eu não saiba o que é felicidade.É tão sensível e tão forte ao mesmo tempo,voa como se soubesse o que é liberdade,mas não sabe o pobre anjo,não sabe o que é liberdade.Ao menos voa,de vez em vez me trás um punhado de estrelas que apanha do céu,lindas são elas,mas como se fossem peixes devolvidos ao mar,devolvo as ao céus.O anjo já tem um par de estrelas no rosto,brilho tão intenso,me faz delirar.Nunca havia eu pensado na eternidade antes,o anjo veio e me trouxe essa esperança.Havia guardado o futuro em um baú junto com o passado,havia eu deixado bem trancado para jamais abrir,mas o futuro insiste em me perseguir,agora querendo se transformar em eternidade para que eu possa viver junto com meu anjo para todo o sempre.Aos poucos venho consertando as asas do anjo,as cicatrizes já estão se formando e aos poucos são cobertas pelas penas.Só eu posso enxergar esse anjo,vejo que anjos não são perfeitos,também possuem defeitos,perfeitos defeitos.Tento mostra lo e exibi lo para as pessoas mas ninguém o enxerga,apenas eu.Suas asas por mais que estejam feridas me protegem com um carinho que jamais havia eu recebido.Raios de sol não me aquecem tão bem quanto suas asas.Quando estou cinza o anjo me colore de novo,me colore com lindas palavras e carinhos gentis.Nunca fui de alguém,mas a esse anjo me entreguei,e todo o amor que tenho lhe dei.O anjo contente ficou,não sabia o que era amor,só conhecia a dor.Quando caiu no concreto o anjo,coitado do anjo,obrigado a viver em um mundo de desencantos,mas agora conhecia o amor e sem as asas pode sobreviver.E juntos fomos colher estrelas até o amanhecer.
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