Sabe aquele mundo de possibilidades que parece estar sempre perto? Nos meus vinte e poucos eu não sabia o que escolher. Entre este mundo ou o amor. Como sempre fui romântica, preferia acreditar que o amor pode ser consertado. Mas eu tinha tantas expectativas sobre esse meu amor e ele sendo um homem real e não fictício, jamais pôde cumprir tais expectativas. E eu jamais pude cumprir as dele.
Sonhava que poderíamos terminar e voltar, porque ele se daria conta do que deveríamos ser e eu já seria tão completa comigo mesma e estaria tão transbordada que ficaria com ele por puro amor.
As vezes não é só o amor que une as pessoas, mas suas expectativas e necessidades psíquicas que se envolvem no meio, confundindo os sujeitos donos dos sentimentos.
Éramos crianças quando começamos e já havia tanta pressão em nossos ombros. Pressão de não repetir certos erros, tudo o que queríamos um no outro...fazia com que constantemente esperássemos algo um do outro. Algo que ia muito além de nós. Coisas que devem ser trabalhadas de forma individual. Não era atoa que poucas vezes pensávamos como um casal...
Querem saber se ficamos juntos? - Bom, isso já é uma história para outro capítulo.

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